…com um celular. Sério. Senta, assista, chora. É lindo! Portanto, não perca tempo lamentando a partida do Kodachrome. Foi bárbaro enquanto durou, faz parte da nossa história e pronto. Teremos lembranças incríveis para celebrar. O mundo vai mudar e a gente precisa mudar com ele. Vambora!

Dica do Huds

ps: se você manjar inglês, aproveita para escutar o depoimento do Rocco (intima eu né?) no vídeo. Vale a pena.

O trabalho de Jan von Holleben nos faz lembrar de como é fácil e mágico ser criança. Simples assim.

O trabalho de Jan von Holleben nos faz lembrar de como é fácil e mágico ser criança. Simples assim.

Outro dia, chegou lá em casa a edição de junho da Vida Simples. Eu curto bastante a publicação que sempre fala um pouquinho de como a nossa vida pode ser melhor, diferente e de que existe gente por aí, no mundo, fazendo as coisas de um outro jeito. Eu tenho que confessar que o projeto fotográfico sempre foi também um dos principais apelos. Simples, direto, colorido, encantador. Eles fazem do simples uma estratégia brilhante. E vez por outra nos oferecem pérolas do mundo da fotografia. Portanto, eu #pagoumpau!

Esse mês eu #amei e #babei com a dica do fotógrafo Jan von Holleben e o ensaio Dreams of Flying. Eu já disse no twitter e volto a repetir: dá vontade de fazer tudo de novo só pelo prazer de brincar de ser feliz.

Eu sou uma convicta flickrmaníaca. Costumo brincar que o Flickr é a melhor invenção do século e que se fosse menino eu casava com ele ahahaha. Bom, piadas à parte, eu sou uma usuária feliz.

Esse caso de amor com o flickr me trouxe muita coisa boa. Me deu a oportunidade de fazer parte de um dos maiores, se não o maior banco de imagens do mundo. Quando eu era uma pirralha, tudo o que eu queria era fazer parte do Getty Images. Ok, hoje eu quero ser parte do time da Magnum Photos ahahaha, mas se não fosse o Flickr provavelmente teria sido 34038276 vezes mais difícil ter chegado no Getty.

Para quem não sabe, ontem rolou mais uma FlickrNight, dessa vez dedicada ao PB. Pela primeira vez eu consegui participar e para minha felicidade tive duas fotos selecionadas para a exposição de 150 fotos escolhidas no pool do grupo. Essa e essa. Chega a ser irônico que na minha primeira “mostra” eu tenha participado com fotos pb.

Além de encontrar os amigos de sempre e rever aqueles que você não encontra sempre, é divertido descobrir como existe um outro Flickr que você nunca vê. Porque na nossa cabeça o Flickr é a “nossa” rede de relacionamentos. As páginas que você visita, as pessoas com quem você conversa, os teus companheiros de rolê.

E, assim que eu entrei, me deparei com uma penca de gente que eu nunca, mas nunca vi na vida. Oi? Quem são vocês? Como é que eu não sei quem são vocês? Eu praticamente moro no Flickr. O Rods estava falando justamente sobre isso. Basicamente vivemos na ilusão de que transitamos em um mundo conhecido e que dominamos.

Entre as baforadas de cigarro, a música ensurdecedora, a quase completa ausência de luz (eu arregacei no ISO, velocidade e abertura. Flash pra que né? =P) fiquei pensando em como havia dezenas de universos paralelos do qual eu não fazia parte e vice-versa. E todos nós estávamos lá, compartilhando aquela noite por um só motivo: a fotografia.

O Flickr me trouxe pessoas queridas de lugares distantes dentro do meu país ou de cantinhos aqui do lado ou ainda de outros continentes. Às vezes acontece por acaso. Às vezes a empatia é imediata. Às vezes leva tempo. Às vezes você descobre que tem uma família do outro lado do Atlântico. Às vezes você simplesmente confia na pessoa, sem nem saber o porquê. Essas coisas também tem um quê de inexplicáveis.

Tá tem uma penca de pessoas que poderiam estar linkadas aqui, mas tô com uma pregui que vocês não imaginam. Reclamações na caixa de comentários. Irei fazendo os updates ao longo dos anos. ahahahaha!

Sumário executivo: Eu amo o Flickr. Eu amo fotografia. Eu amo meus amigos e a minha família. Não necessariamente nessa ordem. =P

[update]

Menção Honrosa:

Letsfalar de um cara que eu adoro e que eu vi uma vez na vida. O Danilo é genial. Eu sigo o cara no flickr, no twitter e sempre que posso bizoio os blogs dele. Me deem um desconto. Eram 4h15 da manhã quando eu rascunhei o post. Tava mais pra lá do que pra cá.

O Fore eu conheci no meu primeiro rolê. O Festival do Japão é meu marco no Flickr. Há exatos dois anos passei a fotografar com outras pessoas, coisa inédita na minha vida desde então. E daí, eu voltei, subi uma foto da galera e linkei o povo. Fulano, sicrano, beltrano e o…Fero. Sim, o Fero. Mais uma pérola de Flavita, a lesada. Eu vejo o Fore muito de vez em quando. Converso pouco com ele, ainda assim é um dos caras que eu respeito no meio. Digamos que eu seja chata e não fale esse tipo de coisa da boca pra fora, nem para fazer média.

Vale linkar:

A Tati tá lá em cima, do lado da Paula, mas tem também o Johanes né?

X-Cao, figura!!! Você furou!

Victor-querido, seria lindo se você estivesse aqui.

É para adorar o pessoal do flickr

Eu não conheci a Roberta, só a vi passar, mas deu pra dar uma beijoca no Paoletti e no Edson. Fofos ao cubo.

Esse é bem rapidinho. Juro.

Sabe como é, paulista sempre começa uma frase com…

Então…meu sobrenome italiano de origem árabe (segundo reza a lenda da família) é sempre um desafio para operadores de telemarketing, recepcionistas e afins. Dia após dia me deparo com as versões mais esdrúxulas do Valsani que, ao longo do tempo, se tornaram piada interna.

Saca só: Balsami, Balsâmica (não é brincadeira, é sério. Bem sério), Valçane, Balssame (oi? salame?), Valcone e por aí vai.

Hoje, pedi um táxi do trampo e lá vamos nós explicar para a atendente o sobrenome. Eis que chega o motorista e me entrega o boleto para eu assinar.

Flávia Valsania

Quando a conta chegar vou negar. Simples assim.

;o)

Barthô, vulgo o terrível, está ficando mais esperto na arte de conseguir comida-que-não-seja-ração. Enquanto minha mãe comia uma banana, ele a olhava insistentemente.

Tenho certeza de que ele exercitou todo seu poder de sedução e telepaticamente convenceu minha mãe a dar um pedaço da fruta (eca!). Eis que ele venceu! E não é que ele…cuspiu! Vitória minha – que também detesta banana.

Hoje ele tentou comer cenoura. Roubou não sei de onde. Também não gostou. Mas ainda assim, o safado não desiste. Descobriu uma empada em cima da mesa. Roubou um teco enorme, segundo la madre. E também não gostou. Cuspiu tudo.

Será que agora ele sossega?

btw, o safado já conseguiu até tirar um cochilo na cama dos pais. Tá ficando deveras abusado.

btw, o safado já conseguiu até tirar um cochilo na cama dos pais. Tá ficando deveras abusado.

A Luli publicou o teste e eu resolvi fazer. Tô chocada. Tem tudo a ver comigo e com o meu momento. Eu não tenho o livro, mas vou dar um pulo virtual na Livraria Cultura e ler.

Ó só:

Que livro é você?
Se você fosse um livro nacional, qual livro seria? Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista? Faça o teste e descubra.

Resultado

“A paixão segundo GH”, de Clarice Lispector

Você é daqueles sujeitos profundos. Não que se acham profundos – profundos mesmo. Devido às maquinações constantes da sua cabecinha, ao longo do tempo você acumulou milhões de questionamentos. Hoje, em segundos, você é capaz de reconsiderar toda a sua existência. A visão de um objeto ou uma fala inocente de alguém às vezes desencadeiam viagens dilacerantes aos cantos mais obscuros de sua alma. Em geral, essa tendência introspectiva não faz de você uma pessoa fácil de se conviver. Aliás, você desperta até medo em algumas pessoas. Outras simplesmente não o conseguem entender.*

Assim é também “A paixão segundo GH”, obra-prima de Clarice Lispector amada-idolatrada por leitores intelectuais e existencialistas, mas, sejamos sinceros, que assusta a maioria. Essa possível repulsa, porém, nunca anulará um milésimo de sua força literária. O mesmo vale para você: agrada a poucos, mas tem uma força única.

* grifo meu mesmo. Tive um acesso de riso.

Eu devia estar contente
Porque eu tenho um emprego
Sou um dito cidadão respeitável
E ganho quatro mil cruzeiros
Por mês…

Eu devia agradecer ao Senhor
Por ter tido sucesso
Na vida como artista
Eu devia estar feliz
Porque consegui comprar
Um Corcel 73…

Eu devia estar alegre
E satisfeito
Por morar em Ipanema
Depois de ter passado
Fome por dois anos
Aqui na Cidade Maravilhosa…

Ah!
Eu devia estar sorrindo
E orgulhoso
Por ter finalmente vencido na vida
Mas eu acho isso uma grande piada
E um tanto quanto perigosa…

Eu devia estar contente
Por ter conseguido
Tudo o que eu quis
Mas confesso abestalhado
Que eu estou decepcionado…

Porque foi tão fácil conseguir
E agora eu me pergunto “e daí?”
Eu tenho uma porção
De coisas grandes pra conquistar
E eu não posso ficar aí parado…

Eu devia estar feliz pelo Senhor
Ter me concedido o domingo
Prá ir com a família
No Jardim Zoológico
Dar pipoca aos macacos…

Ah!
Mas que sujeito chato sou eu
Que não acha nada engraçado
Macaco, praia, carro
Jornal, tobogã
Eu acho tudo isso um saco…

É você olhar no espelho
Se sentir
Um grandessíssimo idiota
Saber que é humano
Ridículo, limitado

Que só usa dez por cento
De sua cabeça animal…

E você ainda acredita
Que é um doutor
Padre ou policial
Que está contribuindo
Com sua parte
Para o nosso belo
Quadro social…

Eu que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada
Cheia de dentes
Esperando a morte chegar…

Porque longe das cercas
Embandeiradas
Que separam quintais
No cume calmo
Do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora
De um disco voador…

Ah!
Eu que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada
Cheia de dentes
Esperando a morte chegar…

Porque longe das cercas
Embandeiradas
Que separam quintais

No cume calmo
Do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora
De um disco voador…

Gênio!

Fazia tempo que eu não falava do Barthô. Está um certo bololô, por alguns motivos:

# 1 tipo…ele é o rei da casa. Tem mil brinquedos, caminha, cobertor, almofada da sala, colchonete no sofá e atenção em tempo integral. Ou seja, tá meio mimado. Era esperado já que ele é meu primeiro cachorro, é filhote e tem a cara mais fofa ever.

# 2 hã, bom. Eu descobri recentemente que várias das brincadeiras que a gente fazia aqui em casa para ele “gastar energia” na verdade estavam estimulando a agressividade. Sabe, eu tava criando um pit bull e não sabia.

# 3 quando ele ainda tinha um mês em casa era muuuito fofo e tranquilo, quase não latia. Vivia querendo interagir com a cã da vizinha, que já é bem senhora. Acontece que a nossa vizinha meio que se apegou com o Barthô e a Gigi (a cadela) pegou uma super birra do pequeno. Eis que na primeira vez que o Barthô entrou no apê delas…ela avançou e latiu. Ele correu pacas. A partir daí ele passou a latir para qualquer cão e a reagir a todos os latidos. Todos.

# 4 o item acima fez com que as saídas na rua estejam sendo meio traumáticas (para mim, mãe de primeira viagem) e para ele, já que todo “encontro” vira um perereco.

# 5 o que fez com que eu contratasse um adestrador. O Ítalo já é chapa do Barthô, pois também dá banho nele lá na clínica veterinária. Nosso adestrador é um amor e se dá super bem com o Barthô, ele adora o Ítalo. Mas eu ainda acho que o lance do comportamental também tem a ver com a postura. O Ítalo acredita na técnica e na teoria. Ele estudou isso. Eu sou só uma mãe. Daquelas que fala com o cão na rua (o mais engraçado é que eu achava isso hilário, quando eu não tinha cão. Ora veja só…).

# 6 Nas saídas descobri que esse amor universal pelos cães é um mito. Tem dono de cachorro que não gosta de cachorro. Surpreendentemente, apesar de morar em um bairro com muito cão (tem um labrador morando no meu prédio), nem todo mundo é simpático com os pequenos. Aliás, tive mais interações desagradáveis do que agradáveis. Ter cão, sob determinados aspectos, é como criar filho: todo mundo dá palpite e se acha melhor do que o outro. Tem que ter paciência para aguentar tanta abobrinha. Um dia vou fazer um post sobre 10 fatos randômicos sobre loucos e seus cães.

# 7 Quando a gente recebeu o Barthô do abrigo disseram que ele tinha 4 meses. A veterinária teimou que não que ele deveria ter, no mínimo, 6 meses. Isso significaria que hoje ele estaria com 10 meses. Agora, todo adestrador de cachorro e passeador fala pra gente que estamos contando a idade dele errada, que a info do abrigo é que deveria estar certa, ou seja, ele ainda tem 8 meses. Minha vontade é esganar a veterinária, mas enfim… Deixa estar.

# 8 Independentemente de tudo isso, ele continua sendo o cão mais mimado do bairro, não por mim (eu tento), mas pelos porteiros, vizinhos, seguranças, molecada e visitas. O bichinho é carismático demais.

# 9 Quando eu saio de casa ele entra rapidinho no elevador social, dá um pulinho, se vê no espelho e volta pra dentro de casa. =P A vítima do momento é a lagosta vermelha que apita. A figura tá toda babada.

# 10 Com esse frio me vi na obrigação de comprar uma roupinha para ele andar pela casa. Nos primeiros minutos ele não gostou muito, mas quando ele sacou que aquele moletonzinho deixava ele quentinho…aaaaaaaaaaaaaaah aí foram outros 500. Ficou um lorde, bem descolado.

Olha só o safado, todo pomposo!

Olha só o safado, todo pomposo!

Hoje eu acordei bem. Bem mal. Com um milhão de pendências profissionais aliadas ao meu sistema gastrointestinal zoado o dia já estava “animado”. Mas é claro que com a minha querida colega Lady Murphy tudo pode piorar. Eis que chega a fatura do meu cartão, desgraça suficiente.

Ao conferir a bendita conta (meu, onde foi que eu gastei esse dinheiro todo???!!!) surge o famigerado ingresso do Hopi Hell Hopi Hari, aquela terra mágica da diversão.

Diversão dos infernos, isso sim. Por ser o último dia de uma maldita promoção, o Hopi Hell estava mais infernal do que o costume. Milhares de pessoas, crianças pentelhas simpáticas, filas e mais filas, sol escaldante e uma chata de galocha de monitora de brinquedo que não me deixou subir no carrossel (malvada!).

Detalhe: eu não brinco nesses instrumentos de tortura! Gente, da entrada do estacionamento dava para ouvir as pessoas berrando. Um lugar que faz as pessoas gritarem desse jeito não pode ser bom. E não é! Esse é mais um daqueles programas de índio que a gente só topa por causa dos amigos, claro. Meu Funai Smiles é platina e diamante ;o)

Voltando ao babado. Eis que, além do ingresso promocional, eles me brindaram com a cobrança de um ingresso “normal”: R$ 59,80 a vista. Olha só, eu não pagaria isso para ir ao Hopi Hell nem parcelado, muito menos a vista. Aliás, se o Hopi Hell me conhecesse saberia que eu raramente pago algo a vista.

Agora, além do revertério, meu estômago dói de raiva. Liguei lá no 0800 (por onde comprei o bendito ingresso, na porta do Hopi Hell porque pela internet o Fagu não conseguiu comprar. Ou seja, já era o prenúncio da desgraça) e a moça me diz o seguinte:

A sra tem o número do pedido em mãos?

Hellloooooooooooooooooooooooooooooooooooo?! Claro que não! Tipo, foi em 26 de abril. Eles acham que eu ia guardar o número do pedido no meu diário? Ai meu pai! Bom, daí pelo meu cpf ela localizou a compra. Ótimo! Será? Olha só:

Mas sra (eu ODEIO que me chamem de sra, btw) aqui só constam dois ingressos promocionais!

Ahã! Eu sei, é por isso que eu estou ligando.

Mas não tem nenhum outro ingresso cadastrado.

Ok, então, que parte do cobrança indevida você não entendeu? Depois de 10 minutos explicando para a anta fofa do 0800 finalmente ela me diz o seguinte:

A sra precisa mandar um email para o ‘solicitacancelamento@hopihari.com.br’ e explicar o problema. Detalha tudo: dia do pedido, quantidade dos ingressos, o porquê que a sra não tem o número do pedido etc. Entendeu?

Sim, entendi. Entendi que eu não deveria ter levantado da cama, entendi que eu não deveria ter falado com clientes, entendi que eu não deveria ter tuitado, entendi que eu não deveria ter aberto a fatura, entendi que eu não deveria ter ligado, entendi que eu deveria ter ficado na Índia entoando mantras. Entendi tudo srta!

Eu só não xingo mais o Hopi Hell só por causa dessa foto aqui. E da que eu vou subir ao final do dia.

Agora chega que já perdi muito tempo com isso.

Um dos eternos dilemas femininos é a maldita balança. Eu tenho um fraco por comida (de todos os tipos, das saudáveis às trashs). Nos últimos dois anos enfiei o pé na jaca gostoso. Comi tudo, mas tudo o que eu quis. Mesmo. Evidentemente eu não iria sair impune com isso. Eu não sou uma daquelas pessoas que comem o mundo e continuam um pau de vira-tripa!

Pirulito de mentira. A partir de agora, só em foto...

Pirulito de mentira. A partir de agora, só em foto...

Arrumando a minha mesa descobri uma fotinhos de quando entrei na agência há exatos nove anos. Eu ainda era bem magra. Pesava 53 kg (meu peso mais baixo na vida adulta foi 51 kg). Hoje cheguei aos 67 kg. Talvez essa auto-humilhação pública me traga vergonha na cara. A vantagem é que duas pessoas da equipe também estão em regime e o Wagner tá um pouquinho mais longe da gente. (Ele me corrompe com pirulitos 7 Belo e paçoca).

Em dois meses eu volto com um novo post sobre isso. E um novo marcador na balança.

ps: por favor, me poupem do mantra da reeducação alimentar. Tô careca de saber disso. É ótimo na teoria e #fail na prática. ahahahahahahah!

ps2: eu ainda acho que o trabalho é o culpado pelo meu peso. Antes eu nadava, praticava yoga e andava. Fora que andava na linha com a supervisão da linda da minha super-mãe. Agora, eu fico com o traseiro grudado na cadeira e me entupindo de comidinhas gostosas pra não matar alguém.

ps3: tá, eu sei, a responsabilidade é minha. Damn it! Me deixa culpar outra pessoa vai?

ps4: apesar de gorducha eu continuo lindoca ahahahaha. Marketing pessoal mode on.


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